
é tangente ao que quis ser num amanhã distante.
As ruas e as praças conimbricenses
são blocos de pedra amontoados,
castelos e fortalezas dos mais
poderosos deuses do Olimpo.
Doçura alucinante que me afoga
no êxtase da demência.
Amor, sabor que mais nenhuma
outra doença faz correr em nós.
Amor, sabor divino, elixir cristalino
da mente demente de toda a gente.
2 comentários:
hehehe
Quando estava a lêr isso, tava a sentir uma certa familiaridade com o texto, mas ao chegar aos últimos versos o Déjá Vu atingiu-me com força!!!!!
Sabes o que acho disso: altamentes brutales!!!
A cobaia diz que sim!
P.S. Não sei se será assim que se escreve Déjá Vu, perdoem-me se me enganei e corrijam-me, sou um apenas um simplório que nada sabe da subtil arte de escrever. :)
"Eu quero ver-te alucinado
Eu quero ver-te sem sentido
Sem passado e sem memória
Se isto não te disser tudo
Arranja-me um momento mudo
O menos possível breve
Vivemos o tempo dos assassinos
Ouvimos dobrar os sinos
Quem mais jura
É quem mais mente
Vou arquitectar destinos
Sou praticamente demente..."
lembrei-me disto!
Dalila, a música era esta! Palma, Tempo dos Assassinos
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